BÍBLIA - ESTUDOS E PESQUISAS

MANTENHA O OLHO SINGELO

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OLHO SINGELO
 
 
(Singelo sig. Puro, Inocente, Ingênuo. - Dic. por)
 
 
Esse termo “singelo” é traduzido da palavra grega ha•ploús, que também tem o significado de ser mentalmente indiviso ou estar devotado a um propósito só. Em contrapartida, “iníquo”, no grego original, é po•ne•rós, e tem o sentido de mau, imprestável, vil. Assim, o ‘olho singelo’, em vez de se deixar distrair ou desviar por qualquer coisa que aconteça ao seu redor, focaliza sua atenção em apenas uma única coisa. Em contraste, o ‘olho iníquo’ é solerte, matreiro e cobiçoso, e se desvia para coisas suspeitas e obscuras.
 
 
AQUILO que nossos olhos focalizam, o que vêem e como o vêem influi nas nossas ações É por isso que Jesus Cristo chamou o “olho” de “lâmpada”. Ele disse: “A lâmpada do corpo é o olho. Se, pois, o teu olho for singelo, todo o teu corpo será luminoso.” — Mat. 6:22.
 
Em sentido literal, o olho “singelo” seria aquele que está bem focalizado, transmitindo imagens claras à mente. Mas, se o olho vaguear sem objetivo, não fixando sua atenção em nada de específico, transmitem-se imagens confusas e indistintas à mente. O efeito disso pode ser comparado a se andar na escuridão da noite.

Quando não é guiada pelos princípios justos da Palavra de Deus, a pessoa pode passar a encarar as coisas de modo impuro ou com objetivo mau. É por isso que a Bíblia menciona o ‘olho sovina’, o “olho invejoso” e “olhos cheios de adultério”. (Deu. 15:9; Pro. 28:2; 2 Ped. 2:14) De que modo pode o olho de alguém ser “sovina”? O ‘olho sovina’ não tem compaixão, mas está deliberadamente cego para com as necessidades dos outros. O egoísmo e a falta de disposição de se sacrificar a favor dos outros obscurecem a visão. De modo similar, alguém talvez possa também passar a encarar com inveja o que os outros têm, tornando-se um “homem de olho invejoso”. 
 
Exige esforço para manter o olho “singelo”, não olhando com desejo para o que é errado. Visto que temos em nós inclinações pecaminosas, devemos sempre esforçar-nos a mantê-las sob controle, orando para que não comecemos a olhar para algo mau como sendo desejável. Isto está em harmonia com a expressão do salmista, em oração: “Faze meus olhos passar adiante de ver o que é fútil.” — Sal. 119:37.
Também, aquele que considera tudo do ponto de vista de Deus não se tornará praticante das obras degradantes da carne — ‘impureza, conduta desenfreada, idolatria, espiritismo, inimizades, rixa, ciúme, acessos de ira, contendas, divisões, seitas, invejas, bebedeiras, festanças e coisas semelhantes a estas’. (Gál. 5:19-21) Isto se dá porque, conforme diz Gálatas 5:16: “Persisti em andar por espírito, e não executareis nenhum desejo carnal.”
 
A INFLUÊNCIA DO OLHO
Veja o caso da primeira mulher, Eva. Até que ponto o olho influenciou as suas ações pode-se deduzir do relato bíblico sobre seu encontro com o Enganador, Satanás, o Diabo. (2 Coríntios 11:3; 1 Timóteo 2:14) Satanás deu a entender que ‘os olhos dela forçosamente se abririam’ se ela simplesmente desacatasse a ordem de Deus e apanhasse o fruto da “árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau” e o comesse. Qual foi a reação dela? A Bíblia diz: “Conseqüentemente, a mulher viu que a árvore era boa para alimento e que era algo para os olhos anelarem, sim, a árvore era desejável para se contemplar.” Ela permitiu que seus olhos se detivessem em algo que lhe era proibido. Tratava-se dum mau uso deliberado dos olhos. Qual foi o resultado? “De modo que começou a tomar do seu fruto e a comê-lo.” — Gênesis 2:17; 3:4-6.
Certamente aquela não foi a primeira vez que Eva viu a “árvore do conhecimento do que é bom e o do que é mau”, ou o seu fruto. Mas, algo diferente acontecia. Dessa vez a árvore parecia ser “algo para os olhos anelarem” e “desejável para se contemplar”. Anelar e desejar não são normalmente faculdades dos olhos, mas sim do coração. Mas, o que os olhos vêem intensifica o anelo e o desejo do coração, tão acentuadamente que pode resultar em ação. No caso de Eva, tal ação teve conseqüências desastrosas para ela e seu esposo, Adão, bem como para toda sua futura prole, incluindo nós hoje. — Romanos 5:12; Tiago 1:14, 15.

JESUS CRISTO
 
Na terceira tentativa de desviar Jesus de fazer a vontade de Deus, “o Diabo levou-o a um monte extraordinariamente alto e mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles”. Note que Satanás não ofereceu a Jesus apenas oralmente todo o poder e a glória do mundo em troca dum gesto de adoração. Ele “mostrou-lhe” essas coisas, explorando a poderosa influência dos olhos. Contudo, visto que os olhos de Jesus não se deixaram atrair pela oferta tentadora, mas estavam bem focalizados na sua relação com seu Pai celestial, ele saiu-se bem em frustrar a artimanha de Satanás. — Mateus 4:8-10.

O QUE APRENDEMOS?
 
Primeiro, que aquilo em que fixamos os olhos pode reforçar os desejos bons ou maus do coração. Isto pode levar a ações que resultarão ou em bênção ou em desastre, para nós e outros. Segundo, é evidente que o olho é um dos instrumentos preferidos, a partir do qual Satanás parte para enganar as suas vítimas. De todos os “desígnios” que ele usa para desencaminhar a humanidade, este apelo aos olhos parece ser um dos mais poderosos. — 2 Coríntios 2:11. 

 
OLHO “SINGELO” NÃO “INIQUO”
Jesus Cristo nos admoestou a manter o olho “singelo” e não “iníquo”. (Mateus 6:22, 23) O que significa isso? Esse termo “singelo” é traduzido da palavra grega ha·ploús, que basicamente significa ser mentalmente indiviso ou estar devotado a um propósito só. Em contrapartida, “iníquo”, no grego original, é po·ne·rós, e tem o sentido de mau, imprestável, vil. Assim, o ‘olho singelo’, em vez de se deixar distrair ou desviar por qualquer coisa que aconteça ao seu redor, focaliza sua atenção em apenas uma única coisa. Em contraste, o ‘olho iníquo’ é solerte, matreiro e cobiçoso, e se desvia para coisas suspeitas e obscuras.
 
Queremos certamente evitar ser ‘lançados na destruição e na ruína’, e daí sentir a “escuridão” sobre a qual Jesus advertiu. — Veja Provérbios 23:4, 5.
Lembre-se das palavras de Jesus em Mateus 5:28: “Todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter paixão por ela, já cometeu no coração adultério com ela.” Tal advertência certamente também se pode aplicar a permitir que os olhos se detenham em material destinado a excitar ou suscitar paixões e desejos ilícitos.

Há também as ansiedades ligadas ao alimento, à bebida e à roupa, sobre as quais Jesus falou. (Mateus 6:25-32) Embora tais coisas sejam necessárias, um desejo descomedido de sempre ter a última novidade, o mais valioso, o mais procurado, pode escravizar a mente e o coração. (Romanos 16:18; Filipenses 3:19) Mesmo em matéria de recreação, passatempos, esportes, ginástica, etc., precisamos manter o devido equilíbrio e nos precaver contra cairmos vítimas das manias e dos caprichos do mundo. 


Valter Silva.
01/06/2014
luizvalter1@hotmail.com

segunda 02 junho 2014 03:13 , em BÍBLIA - ESTUDOS E PESQUISAS


HISTÓRIA DA BÍBLIA KING JAMES (REI JAIME)

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ESTUDO NÚMERO. 44 -  ESTUDANDO E PESQUISANDO A BÍBLIA.


"HISTÓRIA DA BÍBLIA KING JAMES". 

(A história da Versão da Bíblia do Rei Jaime) 


A Bíblia do rei James (em português Jaime ou Tiago), também conhecida como Versão do rei James ou Bíblia KJV (em inglês: Authorized King James Version, Versão Autorizada do rei Jaime)

A INGLATERRA em 2011 foi palco de uma grande celebração. O 400.° aniversário da King James Version (Versão Rei Jaime) da Bíblia, também conhecida como Authorized Version (Versão Autorizada). Além de documentários especiais na TV e no rádio, houve conferências, palestras e seminários.

O príncipe Charles liderou as celebrações desse tesouro nacional que leva o nome do Rei Jaime I da Inglaterra. Conta a Historia que o Cantor e compositor Americano Elvis Plesley, amava e estudava a Bíblia sendo profundo estudioso e conhecedor de seus ensinamentos. Consta-se que havia em Graceland, uma Bíblia em cada cômodo da sua mansão. Em seu quarto, ficava a Bíblia King James. >http://dalvaeelvis.blogspot.com.br/2012/01/biblia-king-james-de-elvis.html

A BÍBLIA KING JAMES tem 400 anos, sendo a mais vendida de todos os tempos. No inicio do século XXVI. Na Inglaterra apenas uma versão era permitida a VULGATA LATINA. William Tyndade desafiou o Rei e o Papa ao publicar uma versão do Novo Testamento. Quando estava no meio do Antigo Testamento, morreu na fogueira condenado por traduzir a Bíblia para o idioma Inglês. Quando estava morrendo, rezou pedindo a Deus que houvesse alguém que terminasse seu trabalho. Isso aconteceu 80 anos depois quando o Rei Jaime subiu ao trono. Havia duas versões da Bíblia e nenhuma agradava a todos, 1604 o Rei autorizou uma versão baseada na versão de Tyndale, levou sete anos para ser concluída, hoje essa versão esta traduzida em 4000 idiomas diferentes. A KING JAIMES 

Mas como foi que a Versão Rei Jaime, publicada em maio de 1611, conquistou um lugar especial no coração de pessoas que falam inglês?

1 - Quase dois séculos antes, por volta de 1380, John Wycliffe tinha despertado o interesse das pessoas que falavam inglês com uma tradução da Bíblia a partir do latim. 

2 - A tradução inglesa do Novo Testamento do erudito bíblico William Tyndale foi outro marco. Ela foi feita a partir do grego original e já estava completa em 1525.

3 - Os Puritanos e outros protestantes exilados de toda a Europa se estabeleceram em Genebra, Suíça. Em 1560, a Bíblia de Genebra, a primeira Bíblia em inglês com letras mais fáceis de ler, foi produzida com capítulos divididos em versículos. Mas suas notas irritaram alguns leitores porque criticavam o papado.


A HISTÓRIA DA BIBLIA KING JAMES

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O Rei Jaime I, depois de assumir o trono da Inglaterra em 1603, aprovou a produção de uma nova tradução da Bíblia. Ele determinou que ela deveria agradar a todas as pessoas por não incluir quaisquer notas e comentários ofensivos.
Com o tempo, 50 eruditos divididos em seis grupos espalhados pelo país prepararam partes do texto. Para a nova versão foram utilizadas as traduções anteriores. De fato, 80% do texto do Novo Testamento foi reaproveitado da versão de Tyndale. Ao contrário da Bíblia de Genebra, porém, a nova versão de Jaime I não possuía notas de rodapé e comentários tendenciosos. 

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O próprio Jaime era um erudito bíblico respeitado. Em reconhecimento à iniciativa do rei, a tradução tinha uma dedicatória “ao altíssimo e poderoso príncipe Jaime”. Essa tradução foi vista como um esforço de Jaime, chefe da Igreja Anglicana, para unir o país.

KING JAIMES UMA OBRA-PRIMA LITERÁRIA. 

O clero ficou feliz em receber das mãos de seu rei uma Bíblia “oficialmente escolhida para ser lida nas igrejas”. Mas permanecia uma dúvida: como o povo receberia essa nova tradução? Mas a Versão Rei Jaime foi bem recebida, mesmo que tenha levado uns 30 anos para tomar o lugar da Bíblia de Genebra no coração do povo.

Hoje, de acordo com a Biblioteca Britânica, “a Versão Rei Jaime permanece como o texto da língua inglesa mais amplamente publicado”. Algumas estimativas revelam que mais de um bilhão de exemplares dessa versão foram impressos no mundo todo!
Durante séculos, muitos acreditaram que a Versão Rei Jaime era a única Bíblia “verdadeira”. 

Em 1870, na Inglaterra, começou a ser feita uma revisão completa dela, que ficou conhecida como English Revised Version (Versão Revisada Inglesa). Mais tarde, uma pequena revisão americana dessa versão resultou na American Standard Version (Versão Americana Padrão). Uma revisão mais recente da Versão Autorizada, de 1982, diz em seu prefácio que foram feitos esforços “para manter o estilo lírico que é tão prezado na Versão Rei Jaime” de 1611.

A VULGATA LATINA.

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Vulgata é a forma latina abreviada de vulgata (O nome vem da expressão vulgata, isto é "versão de divulgação para o povo", e foi escrita em um latim cotidiano, comum, popular)
A Vulgata é a tradução para o latim da Bíblia, escrita por São Jerónimo, a pedido do bispo Dâmaso I, que foi usada pela Igreja Cristã e ainda é muito respeitada.

Ela foi produzida para ser mais exata e mais fácil de compreender do que suas predecessoras. Foi a primeira, e por séculos a única, versão da Bíblia que verteu o Velho Testamento diretamente do hebraico. A Vulgata latina da Bíblia que foi usada pela Igreja Católica Romana durante muitos séculos, e ainda hoje é fonte para diversas traduções.

A Vulgata tendo sido definitivamente consagrada pelo Concílio de Trento, em 1546. O Concílio estabeleceu um texto único para a Vulgata a partir de vários manuscritos existentes, o qual foi ratificada mais uma vez como a Bíblia oficial da Igreja, confirmando assim os outros concílios desde o século II, e a essa versão ficou conhecido como Vulgata Clementina.

A BÍBLIA DE GENEBRA

A Bíblia de Genebra é a segunda mais popular versão da Bíblia no idioma inglês, ficando atrás apenas da King James. Versões em outros idiomas, baseadas na edição inglesa, foram produzidas em países onde o calvinismo possui adeptos. Sua edição em português é publicada pela Editora Cultura Cristã, vínculada à Igreja Presbiteriana do Brasil.

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Durante o reinado da rainha Maria I de Inglaterra (1553 - 1558), um número de eruditos protestantes fugiram da Inglaterra para Genebra, na Suíça, que era então governada como uma república em que João Calvino e Theodore Beza exerciam a liderança secular e religiosa. Entre esses estudiosos foi William Whittingham, que viria a controlar o que se tornaria o esforço para criar a tradução agora conhecida como a Bíblia de Genebra. 

CONCLUINDO:
Embora a Bíblia continue sendo o livro mais vendido no mundo. 
A Versão Rei Jaime ainda é a mais popular. Sem dúvida, a Versão Rei Jaime é uma obra-prima literária, apreciada e valorizada por sua beleza de expressão sem igual. 


FONTES DE PESQUISAS PARA ESSA MATÉRIA:
O Site: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-biblioteca-bíblia-sagrada-king-james-atualizada#ixzz33OUkmB00
O Site: http://dalvaeelvis.blogspot.com.br/2012/01/biblia-king-james-de-elvis.html
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. >http://pt.wikipedia.org/wiki/Bíblia_rei_james


Luiz Valter Silva
01/06/2014

segunda 02 junho 2014 02:49 , em BÍBLIA - ESTUDOS E PESQUISAS


A ORAÇÃO - "COMO DEVEMOS ORAR?"

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ESTUDO NÚMERO – 43 
 
A ORAÇÃO - COMO DEVEMOS ORAR?

O QUE É UMA ORAÇÃO? 

Simplesmente falar com Deus não é, necessariamente, uma oração, como se pode ver no Éden. (Gênesis 3:8-13; 4:9-14)
A oração envolve devoção, confiança, respeito e um senso de dependência para com aquele a quem a oração é dirigida. 

As diversas palavras hebraicas e gregas relacionadas com a oração transmitem ideias, como: Pedir, solicitar, rogar, suplicar, implorar, buscar, indagar, louvar, agradecer e bendizer.

NO MUNDO todo, em qualquer cultura, as pessoas oram. Elas oram sozinhas ou em grupo; oram em igrejas, em templos, sinagogas, mesquitas e santuários. Talvez usem tapetes de oração, rosários, rodas de oração, livros de oração, imagens e tabuinhas de oração penduradas em prateleiras. Mais existem na Bíblia alguns aspectos físicos de oração, como: Postura, fraseologia e rituais? 
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COMO DEVE SER FEITO UMA ORAÇÃO? 

A Bíblia fala de servos fiéis de Deus que oraram em várias situações e posturas. De acordo com as circunstâncias, eles oraram em silêncio ou em voz alta. Oraram olhando para o céu ou curvados. Em vez de usarem imagens, rosários ou livros de oração, simplesmente oraram de coração, expressando seus sentimentos.
 

A Bíblia de fato mostra que há ocasiões em que é apropriado orar. Por exemplo, antes de tomar uma refeição com seus discípulos, Jesus agradeceu a Deus em oração. (Lucas 22:17) E quando seus discípulos se reuniam para adorar a Deus, eles oravam juntos. (Marcos 11:17)
 
No entanto, a Bíblia não restringe a oração a uma hora ou lugar específicos. Em seus relatos, podemos ver que os servos de Deus oravam a qualquer hora e em qualquer lugar. Jesus disse: “Quando orares entra no teu quarto particular, e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; então o teu Pai, que olha em secreto, te pagará.” (Mateus 6:6)

A ORAÇÃO DO PAI-NOSSO 

A Oração do Pai-Nosso, proferida por Jesus Cristo no Sermão do Monte, está na Bíblia em Mateus, capítulo 6, versículos 9 a 13. Pouco antes de ensinar essa oração, Jesus disse: “Ao orares, não digas as mesmas coisas vez após vez, assim como fazem os das nações, pois imaginam que serão ouvidos por usarem de muitas palavras.” — Mateus 6:7.

Portanto, é evidente que Jesus não pretendia que a oração do Pai-Nosso fosse necessariamente repetida palavra por palavra. É verdade que, mais tarde, ele repetiu essa oração para que outros também a aprendessem. (Lucas 11:2-4) 

Mas a fraseologia da oração no relato evangélico de Mateus difere um pouco da do evangelho de Lucas. Além disso, outras orações que Jesus e os seus discípulos fizeram posteriormente não seguiram rigidamente as palavras da oração-modelo.
PAI-NOSSO é uma oração-modelo, Jesus não detalhou todas as necessidades ou problemas de cada pessoa que ouvia a sua oração. 

DEUS OUVE TODAS AS ORAÇÕES?

Os que lealmente observam os mandamentos dele têm a garantia: “Os olhos de Deus estão sobre os justos e os seus ouvidos estão atentos às súplicas deles; mas o seu rosto é contra os que fazem coisas más.” (1 Pedro. 3:12) 

Provérbios 28:9: “Quem desvia seu ouvido de ouvir a lei — até mesmo sua oração é algo detestável.” (Mateus 6:5, 7) 

O apóstolo João escreveu: “Tudo o que pedimos, recebemos dele, porque estamos observando os seus mandamentos e estamos fazendo as coisas que são agradáveis aos seus olhos.” (1 João 3:22)
 
ORAÇÕES SIGNIFICATIVAS
Quando nos confrontamos com pesados problemas, temos de fazer decisões sérias, cometemos graves erros ou nossa vida está ameaçada, é especialmente então que nossas orações se tornam fervorosas e significativas.
Muitos dos salmos de Davi têm a forma de fervorosas orações, dos quais um exemplo notável é o Salmo 51. Quando Davi pede perdão a Deus, por ter adulterado com Bate-Seba.
 
Se procuramos obter mais conhecimento de Deus, devemos reservar tempo regular para estudar a sua Palavra, a Bíblia. Com o conhecimento exato, seremos ajudados a fixar a atenção nas coisas mais importantes, e teremos estas em mente, ao orarmos. (Filipenses 1:9, 10)


ASPECTOS DAS NOSSAS ORAÇÕES
1 - Dirija-se a Deus com humildade: (Salmo. 139:23, 24)

2 - Suplique a Deus e agradeça-o: (Filipenses. 4:6) 

3 - Ore em favor de outros: (Colossenses. 1:3, 4; 2 Tessalonicenses 1:11, 12) 
4 - Lembre-se da gratidão e do louvor: . (Filipenses 4:6, 7) 

5 - Como representar outros em oração pública: Homens leais representam outros em orações públicas. (1 Tim. 2:8) No fim dessas orações, os presentes devem dizer “amém”, que significa “assim seja”. Para poder fazer isso, porém, precisam concordar com o que foi dito. 
6- Dirija-se a Deus com reverência: Ao orarmos em público, devemos lembrar-nos de que não nos dirigimos a humanos. Antes, somos criaturas pecadoras que fazem petição a Deus o Soberano Universal. “Rei da eternidade”? (Salmo 8:3-5, 9; 73:28; Apocalipse 15:3) 

A RESPOSTA AS ORAÇÕES

Embora Deus no passado mantivesse certo grau de comunicação bilateral com certas pessoas, isto não era comum, ficando na maior parte restrito a representantes especiais, como Abraão e Moisés. (Gênesis 15:1-5; Êxodo 3:11-15; compare isso com Êxodo 20:19.)

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Eram também incomuns as mensagens transmitidas pessoalmente por anjos materializados, conforme prova o efeito perturbador que geralmente causavam sobre aqueles que as recebiam. (Juizes 6:22; Lucas 1:11, 12, 26-30) 
Portanto, na maioria dos casos, a resposta às orações se dava mediante profetas, ou por ser a solicitação concedida ou rejeitada. As respostas de Deus às orações não raro produziam um efeito claramente reconhecível, como ao libertar Seus servos dos inimigos deles (2 Crônicas 20:1-12, 21-24), ou ao lhes prover suas necessidades materiais em épocas de extrema escassez. (Êxodo 15:22-25) 
Mas, indubitavelmente, a resposta mais frequente não era tão facilmente discernida, uma vez que se relacionava com o dar vigor moral e esclarecimento à pessoa, habilitando-a a manter um proceder justo e a executar tarefas designadas por Deus. (2 Timóte 4:17) Especialmente para o cristão, a resposta às orações envolvia assuntos mormente espirituais, não tão espetaculares como alguns dos poderosos atos de Deus nos tempos antigos, mas igualmente vitais. ( Mateus 9:36-38; Colossenses 1:9; Hebreus 13:18; Tiago 5:13.)
Se prezarmos nossa relação com Deus, oraremos pedindo a sua misericórdia à base do sacrifício resgatador de Jesus. Podemos com franqueza no falar dirigir-nos em fé ao trono de benignidade imerecida para obter misericórdia e ajuda oportuna. (Hebreus 4:16) Mas há tantos motivos para orar! Portanto, ‘oremos incessantemente’ — muitas vezes com palavras de sincero louvor e gratidão a Deus. (1 Tessalonicenses 5:17)


FONTE DE PESQISAS
Google, Dícionarios Bíblicos,
e a Ecliclopedia Bíbilca "Estudos Pespicaz"
Fotos do Google.

Valter Silva.
26/05/2014
E-mail: luizvlte8@gmail.com

segunda 26 maio 2014 21:59 , em BÍBLIA - ESTUDOS E PESQUISAS


MOISÉS UM HOMEM DE FÉ

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O QUE APRENDEMOS COM MOISÉS?

(MOISÉS UM HOMEM DE FÉ)
 
“Pela fé Moisés, quando cresceu, negou-se a ser chamado filho da filha de Faraó.”  (HEB. 11:24) 

MOISÉS está entre os maiores e mais conhecido de todos os personagens Bíblicos. Ele orientou o Êxodo do Egito, foi o mediador do pacto da Lei e levou Israel à fronteira da Terra Prometida. Moisés fora criado na família de Faraó, mas tornou-se o comandante autorizado do povo de Deus, bem como profeta, juiz e escritor divinamente inspirado. Mesmo com todos esses privilégios que ele exerceu, era “o homem mais manso de todos os homens da terra”.  (Números 12:3) A maior parte do que sabemos de Moisés envolve os últimos 40 anos da sua vida, Dos 40 até os 80 anos de idade, ele foi pastor em Midiã.  Mas, segundo uma fonte, “talvez a parte mais intrigante da sua vida, e ainda assim a mais obscura”, ou seja, os seus primeiros 40 anos, desde o seu nascimento até a sua fuga do Egito.

ESCRAVIDÃO NO EGITO 

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O livro de Êxodo conta que um faraó começou a temer os israelitas por eles aumentarem em número. Tentou reduzir o número deles por sujeitá-los a trabalho escravo sob o chicote de capatazes. (Êxodo 1:8-14; 5:6-18)

A opressão não conseguiu reduzir a população hebreia. Antes, “quanto mais os egípcios os oprimiam, tanto mais se multiplicavam . . . , de modo que sentiam um pavor mórbido por causa dos filhos de Israel”. (Êxodo 1:10, 12) Por isso, Faraó mandou primeiro que as parteiras hebreias, e depois todo o seu povo, matassem cada menino israelita recém-nascido. Sob estas circunstâncias horríveis nasceu um belo menino, Moisés, a Joquebede e Anrão. (Êxodo 1:15-22; 6:20; Atos 7:20)

ESCONDIDO, ENCONTRADO E ADOTADO

Os pais de Moisés desafiaram a ordem assassina de Faraó e esconderam o menino. Depois de três meses, os pais de Moisés não conseguiam mais escondê-lo. De modo que sua mãe, desesperada, fez um cesto de papiro, revestiu-o de piche para torná-lo à prova de água, e colocou nele seu filho. Em certo sentido, Joquebede obedeceu a letra, mas não o espírito, da ordem de Faraó, de lançar no Nilo todo menino hebreu recém-nascido. Miriã, irmã mais velha de Moisés, postou-se então perto para ficar de vigia. (Êxodo 1:22-2:4)

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Não sabemos se a intenção de Joquebede era que Moisés fosse achado pela filha de Faraó, quando esta viesse ao rio para se banhar, mas foi isso o que aconteceu. A princesa sabia que era um menino dos hebreus. O que iria fazer? Mandaria que ele fosse morto, obedecendo à ordem de seu pai? Não, ela reagiu assim como faria normalmente a maioria das mulheres. Teve compaixão. Miriã se aproximou logo. ‘Devo ir chamar uma mulher hebréia a fim de amamentar o menino para ti?’, perguntou.
 
(Alguns críticos acham esta passagem muito irônica. A irmã de Moisés é colocada em contraste com Faraó, que tramou com seus conselheiros lidar “astutamente” com os hebreus) 
É claro que o bem-estar de Moisés só ficou garantido quando a princesa concordou com o plano da irmã dele. “Vai!” respondeu a filha de Faraó, e Miriã chamou imediatamente a mãe. Num acordo notável, Joquebede foi então contratada para criar seu próprio filho com proteção real.  (Êxodo 2:5-9) A compaixão da princesa certamente se contrastava com a crueldade do seu pai. Ela não havia sido enganada. A compaixão induziu-a a adotá-lo, e ter ela concordado com a idéia de usar uma ama-de-leite hebréia revela que não compartilhava os preconceitos do seu pai.

SUA CRIAÇÃO E EDUCAÇÃO

E o menino cresceu. Trouxe-o então à filha de Faraó, de modo que se tornou filho para ela”. (Êxodo 2:9, 10) A Bíblia não diz quanto tempo Moisés morou com seus pais biológicos. Alguns acham que deve ter sido pelo menos até ser desmamado — dois ou três anos — mas pode ter sido por mais tempo. Êxodo simplesmente diz que ele “cresceu” com os pais, o que pode significar até atingir qualquer idade. De qualquer modo, Anrão e Joquebede, sem dúvida, usaram o tempo para fazer que seu filho se apercebesse da sua origem hebraica e para lhe ensinar sobre o Deus dos hebreus. Quão bem-sucedidos eles seriam em incutir fé e amor pela justiça no coração de Moisés, somente o tempo diria.

Quando Moisés foi devolvido à filha de Faraó, ele foi instruído “em toda a sabedoria dos egípcios”. (Atos 7:22) Isto envolvia treinamento para habilitar Moisés para um cargo governamental. O vasto conhecimento dos egípcios incluía matemática, geometria, arquitetura, construção, bem como outras artes e ciências. É presumível que a família real quisesse que ele recebesse instrução na religião egípcia.

Moisés pode ter recebido sua educação privilegiada junto com outros filhos aristocráticos. Entre os beneficiados com tal educação da elite estavam “filhos de governantes estrangeiros, enviados ao Egito ou tomados como reféns para serem ‘civilizados’ e depois devolvidos para governar como vassalos” fiéis a Faraó. (O Reinado de Tutmés IV], de Betsy M. Bryan) Creches ligadas aos palácios reais parecem ter preparado os jovens para servirem como funcionários da corte.

UMA DECISÃO

À idade de 40 anos, Moisés “saiu para ver os fardos que seus irmãos levavam”. Quando viu um egípcio espancar um hebreu, interveio e matou o opressor. Este ato mostrou que o coração de Moisés estava com os seus irmãos. Moisés queria libertar os hebreus da amarga escravidão, mas quando Faraó soube da sua deserção e tentou matá-lo, Moisés se viu obrigado a fugir para Midiã. (Êxodo 2:11-15; Atos 7:23-29)
Moisés queria libertar o povo de Deus, mas não era o momento certo segundo o cronograma de Deus. Mesmo assim, suas ações revelavam que tinha fé:  “Pela fé Moisés, quando cresceu, negou-se a ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus do que ter o usufruto temporário do pecado.” (Hebreus 11:24-26) O conhecimento das promessas de Deus aos seus antepassados Abraão, Isaque e Jacó, e a meditação nelas, induziram Moisés a preferir o favor divino.

ELE REJEITOU DESEJOS CARNAIS

Com os olhos de fé, Moisés percebeu que o ‘usufruto do pecado’ é temporário. Outros poderiam ter raciocinado que, embora o Egito estivesse atolado em idolatria e Misticismo, aquela nação havia se tornado uma potência mundial, enquanto o povo de Deus sofria como escravo.
 Mas Moisés sabia que Deus podia mudar as coisas. Moisés não achou que podia servir a Deus como membro da corte real e então usar sua fortuna e privilégios para ajudar seus irmãos israelitas. Em vez disso, ele estava decidido a passar para o lado de Deus de todo o coração, alma e força. (Deuteronômio 6:5)

 
ELE VALORIZAVA SEUS PRIVILÉGIOS DE SERVIÇO
 
 Blog de mundomaravilhoso : Que Mundo Maravilhoso!, MOISÉS UM HOMEM DE FÉ

Moisés “estimava o vitupério do Cristo como riqueza maior do que os tesouros do Egito”. (Heb. 11:26) Moisés foi comissionado como o “Cristo”, ou “Ungido”, no sentido de ter sido escolhido por Deus para guiar Israel para fora do Egito. Moisés sabia que cumprir essa comissão seria difícil, que envolveria até “vitupério”. Um israelita havia dito numa ocasião anterior com desdém: “Quem te designou príncipe e juiz sobre nós?” (Êxo. 2:13, 14) Mais tarde, o próprio Moisés perguntou a Deus: ‘Como é que Faraó irá me escutar?’ (Êxo. 6:12) A fim de se preparar para enfrentar vitupério, Moisés falou sobre seus medos e preocupações. Como Deus o ajudou a cumprir aquela designação desafiadora?
 
Primeiro, Deus garantiu a Moisés: “Mostrarei estar contigo.” (Êxo. 3:12)
Segundo, lhe inspirou confiança por explicar um aspecto do significado de seu nome: “Mostrarei Ser o Que Eu Mostrar Ser.”* (Êxo. 3:14)
Terceiro, concedeu a Moisés poderes milagrosos que provavam que ele realmente havia sido enviado por Deus. (Êxo. 4:2-5)
Quarto, Deus deu a Moisés um companheiro e porta-voz, Arão, para ajudá-lo a cumprir sua designação. (Êxo. 4:14-16)
 
Perto do fim de sua vida, Moisés tinha certeza de que Deus capacita Seus servos a cumprir qualquer designação dada por Ele. Por isso, pôde dizer com convicção as seguintes palavras a seu sucessor, Josué: “Deus é quem marcha na tua frente. Ele mesmo continuará contigo. Não te desamparará nem te abandonará completamente. Não tenhas medo nem fiques aterrorizado.” (Deut. 31:8)
.
ELE “OLHAVA ATENTAMENTE PARA O PAGAMENTO DA RECOMPENSA”
 
Moisés “olhava atentamente para o pagamento da recompensa”. (Heb. 11:26Ele permitia que seu conhecimento do futuro, embora fosse limitado na época, moldasse seu modo de encarar as coisas. Assim como seu antepassado Abraão, Moisés confiava no poder de Deus de ressuscitar os mortos. (Luc. 20:37, 38; Heb. 11:17-19) A perspectiva de receber bênçãos futuras ajudou Moisés a não achar que havia desperdiçado a vida por passar 40 anos como fugitivo e outros 40 anos no ermo. Embora não tivesse todos os detalhes sobre o cumprimento das promessas de Deus, seus olhos de fé podiam enxergar a recompensa ainda não vista.

 
O QUE APRENDEMOS COM MOISÉS?
 
 
Aprendemos com Moisés que a fé nos possibilita discernir “a evidência convincente de realidades, embora não observadas” com os olhos físicos. (Heb. 11:1; nota) Uma pessoa física não vê o grande valor de servir a Deus. Para ela, os tesouros espirituais “são tolice”. (1 Cor. 2:14) Nós, porém, aguardamos viver para sempre e presenciar a ressurreição, realidades que o mundo não consegue ver. Assim como os filósofos dos dias de Paulo o chamaram de “paroleiro” ignorante, a maioria das pessoas hoje acha que a esperança que pregamos é algo ridículo. (Atos 17:18)
 
 Visto que vivemos num mundo sem fé, precisamos nos esforçar para não perdê-la. Suplique a Deus ‘para que a sua fé não fraqueje’. (Luc. 22:32) Não feche os olhos às consequências do pecado, e não perca de vista o valor incomparável de servir a Deus e sua esperança de vida eterna. No caso de Moisés, sua fé o habilitou a ver muito mais do que essas coisas. No próximo artigo, analisaremos como a fé o ajudou a ver
 
Pela fé “Moisés” abandonou o Egito, mas sem temer a ira do rei, porque permanecia constante como que vendo Aquele que é invisível.  (Hebreus. 11:27)
 

FONTE DE PESQUISAS:
PONTOS PRINCIPAIS E UM RESUMO DA REVISTA:
A Sentinela (2014) w14 15/4 pp. 3-7
E MUITAS OUTRAS PUBLICAÇÕES BÍBLICAS.


Valter Silva
15/05/2014
E-mail: luizvlte8@gmail.com

sábado 24 maio 2014 19:45 , em BÍBLIA - ESTUDOS E PESQUISAS


O LIVRO DE APOCALIPSE!

Blog de mundomaravilhoso :Que Mundo Maravilhoso!, O LIVRO DE APOCALIPSE!

ESTUDO NÚMERO – 41  (ESTUDANDO E PESQUISANDO A BÍBLIA)

"O LIVRO DE APOCALIPSE"

(UMA VISÃO GERAL E SIMPLIFICADA) 

O Que significa Apocalipse? É costume chamar o livro de Revelação de Apocalipse? “Apocalipse” significa “Revelação” - Revelação é a tradução em português de "A•po•ká•ly•psis" no texto grego.

O livro de apocalipse inicia com as seguintes palavras: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu, para mostrar aos seus escravos as coisas que têm de ocorrer em breve... Feliz é todo aquele que observa as palavras da profecia deste rolo.” (Apocalipse 1:1,3; 22:7)

O LIVRO FOI ESCRITO EM “SINAIS OU SIMBOLOS

“E ele [Jesus] enviou o seu anjo e a apresentou [i.e., a Revelação] por intermédio dele em “SINAIS” ao seu escravo João,” (Apocalipse 1:1, 2) – A Bíblia de Jerusalém o Novo Testamento. 
Veja alguns símbolos e seus significados: 

A FERA: 
A profecia de Daniel descreveu quatro feras temíveis, explicando que estas retratavam potências governantes na Terra. Portanto, somos ajudados a entender que as feras de Revelação representam entidades políticas, inclusive as agora existentes. — (Daniel 7:1-8, 17; Apo. 13:2, 11-13; 17:3)

AS SETE ESTRELAS: 
“E ele tinha na sua mão direita sete estrelas, (Apo. 1:6) “E no meio dos candelabros alguém semelhante a um filho de homem...” (Apo. 1:13) O SIGNÍFICADO: “Quanto ao segredo sagrado das sete estrelas que viste sobre a minha mão direita, e dos sete candelabros de ouro: As sete estrelas significam [os] anjos das sete congregações, e os sete candelabros significam sete congregações.” (Apo. 1:20) 

OS DEZ CHIFRES DA FERA:
“E eu vi ascender do mar uma fera, com dez chifres” (Apo. 13:1) O SIGNÍFICADO: “E os dez chifres que viste significam dez reis...” (Apo. 17:12) 

APOCALPSE É SIMBOLO DE RESTAURAÇÃO: 
Muitas pessoas acham que Apocalipse é sinônimo da destruição mundial por uma guerra nuclear. O motivo é que a palavra “Armagedom” aparece neste último livro da Bíblia como “a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”. (Apo. 16:14, 16) 

Mas essa guerra será bem diferente dum holocausto nuclear! Um holocausto assim provavelmente significaria o aniquilamento de toda a vida na Terra. A Palavra de Deus, ao contrário, oferece a feliz garantia de que apenas os opositores iníquos de Deus serão destruídos — por forças espirituais sobre o controle de Deus. (Salmo 37:9, 10; 145:20)

MENSAGENS AS SETE (IGREJAS) CONGREGAÇÕES

Esse livro João enviou as sete congregações da Ásia. João menciona por nome as sete congregações, às quais ele envia mensagens: “João, às sete congregações que estão no distrito da Ásia: Que tenhais benignidade imerecida e paz... da parte de Jesus Cristo.” — (Apocalipse 1:4, 5) São Elas: 

ÉFESO: Jesus primeiro, elogia depois a repreende por ter abandonado seu primeiro amor, mas promete-lhe uma recompensa se ela se arrepender. 
ESMIRNA: Só recebe elogios de Jesus, e a promessa da coroa da vida, se for fiel até a morte. 
PÉRGAMO, TIATIRA e SARDES: Recebem tanto elogios como advertências. Se se arrependerem, serão recompensadas. 
FILADÉLFIA: Porém, recebe apenas elogios, com uma promessa de recompensa. 
LAODICÉIAS: Em contraste, recebe apenas censura, porque não é nem quente, nem fria; mas, prometeste-lhe que, se se arrepender e vencer, receberá a recompensa de se sentar com Jesus no seu trono, assim como ele venceu e se assentou com seu Pai no trono Deste. (Apo. 2:1 a 3:22)

O ESCRITOR DE APOCALIPSE

Foi o apostolo João que escreveu este livro: Ele disse: “EU, JOÃO, . . . vim a estar na ilha que se chama Patmos, por ter falado a respeito de Deus e ter dado testemunho de Jesus.” (Ap. 1:9) 

Quando o apóstolo João escreveu o livro do Apocalipse, ou Revelação. Ele acha-se exilado em Patmos durante o governo do imperador romano Domiciano (81-96 EC) João recebeu uma série de visões que assentou por escrito. Contou-as, não para amedrontar os primeiros cristãos, mas para fortalecê-los, consolá-los e encorajá-los em vista das provações que sofriam e perseguições que sofriam. (Atos 28:22; Ap 12:9 1:4; 2:3, 10, 13)

O APOCALIPSE E O LIVRO DE GÊNESIS
(Em muitos sentidos, Apocalipse complementa bem o primeiro livro da Bíblia, Gênesis)

Gênesis 1:1 fala sobre a criação dos céus e da terra, assim Revelação (Apocalipse) 21:1 fala sobre um novo céu e uma nova terra. 

Gênesis fala da primeira profecia Deus, proferida no jardim do Éden, há uns 6.000 anos. Uma serpente acabava de ser usada para enganar a primeira mulher, Eva; “Ele te machucará a cabeça e tu lhe machucarás o calcanhar.” (Gênesis 1:1; 2:17; 3:1-6, 14, 15) No livro de Apocalipse é identificado quem é a serpente original. “Assim foi lançado para baixo o grande dragão, a serpente original, o chamado Diabo e Satanás, que está desencaminhando toda a terra habitada.” (Apocalipse 12:9)


Gênesis, capítulo três, revela como o pecado e a morte entraram no mundo, Apocalipse mostra como Deus porá fim ao pecado e a morte. 

Gênesis menciona uma árvore da vida e um rio procedente do Éden, Revelação fala simbolicamente de árvores da vida e dum rio de água da vida procedente do trono de Deus.

O NUMERO SETE NO LIVRO DE APOCALIPSE 

Na Bíblia, o número sete é símbolo de inteireza, e este fato é especialmente salientado em Revelação (Apocalipse) , sendo que “sete” aparece umas cinquenta vezes só neste livro. Para começar, há sete Igrejas, sete espíritos, sete candelabros de ouro e sete estrelas.

DOIS DESCENDENTES EM OPOSIÇÃO.

OS PERSONGENS PRINCIPAIS: A profecia de Gênesis 3:15 foi dirigida à serpente que mentira a Eva, ao sugerir-lhe que ela não morreria pela sua desobediência, mas que se tornaria independente, uma deusa. A serpente apresentou assim Deus como mentiroso e insinuou que os humanos poderiam melhorar sua sorte por rejeitar a governança suprema Dele. (Gênesis 3:1-5) A soberania de Deus fora desafiada e seu bom nome maculado. O livro de Revelação descreve de que modo o justo Juiz, usa o reinado do seu Filho, Jesus Cristo, para vindicar a sua soberania e limpar seu nome de todos os vitupérios. — (Apocalipse 12:10; 14:7)

A BÍBLIA de Gênesis a Apocalipse, mencionam-se dois descendentes em oposição: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre o teu descendente e o seu descendente. Ele te machucará a cabeça e tu lhe machucarás o calcanhar.” (Gênesis 3:15)

Ao passo que Satanás desenvolvia seu descendente, Deus preparava sua “mulher”, ou organização-esposa, celestial, para dar à luz um descendente – Jesus Cristo. Durante uns 4.000 anos, Deus progressivamente revelou a humanos obedientes, tementes a Deus, alguns pormenores relacionados com a vinda do descendente. (Isaías 46:9, 10) Abraão, Isaque, Jacó e outros puderam assim desenvolver fé na promessa de que o descendente surgiria na linhagem deles. (Gênesis 22:15-18; 26:4; 28:14) Satanás e seus associados muitas vezes perseguiam esses servos dedicados de Deus. (Hebreus 11:1, 2, 32-38)

Por fim, no ano primeiro século de nossa Era Comum, apresentou-se o homem perfeito Jesus junto ao rio Jordão e foi batizado: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado.” (Mateus 3:17) Jesus foi ali identificado como tendo sido enviado da parte da organização espiritual de Deus no céu, como a parte principal do descendente da mulher, o predito Messias. (Compare isso com Gálatas 3:16; Daniel 9:25)

Mas, quando Deus executar o julgamento em Babilônia, a Grande, (o império mundial da religião falsa) e em todos os outros segmentos da organização de Satanás na Terra, ocorrerá a predita eliminação do descendente terrestre de Satanás. Finalmente, o Descendente da mulher de Deus, Jesus Cristo, machucará “a cabeça” de Satanás, aquela astuta antiga serpente, e isto significará o seu completo aniquilamento e a sua total exclusão dos assuntos da humanidade. — Romanos 16:20.

(OBS:Assim a primeira profecia da Bíblia em Gênesis 3:15. Se cumprirá em Revelação capitulo 20.)

 

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AS 16 VISÕES DE APOCALIPSE (REVELAÇÃO)
(Revelação (Apocalipse) pode ser encarada como dividida em 16 visões, como segue)

1.a VISÃO (1:10-3:22): João vê por inspiração o glorificado Jesus, que envia cordiais mensagens de conselho às sete congregações.
2.a VISÃO (4:1-5:14): Uma vista magnífica do trono celestial de Deus. Este entrega um rolo ao Cordeiro.
3.a VISÃO (6:1-17): Rompendo os primeiros seis selos do rolo, o Cordeiro revela progressivamente uma visão composta de eventos que haviam de ocorrer no dia do Senhor. Os quatro cavaleiros do Apocalipse saem cavalgando, os martirizados escravos de Deus recebem compridas vestes brancas, e se descreve o grande dia de furor.
4.a VISÃO (7:1-17): Anjos seguram os ventos. Uma grande multidão de todas as nações atribui salvação a Deus e a Cristo, e é ajuntada para sobreviver à grande tribulação.
5.a VISÃO (8:1-9:21): Ao ser aberto o sétimo selo, há sete toques de trombeta, sendo que os primeiros seis constituem a quinta visão. Estes seis toques de trombeta proclamam expressões de julgamento de Deus na humanidade. A quinta e a sexta trombeta introduzem também o primeiro e o segundo ai.
6.a VISÃO (10:1-11:19): Um forte anjo dá a João um pequeno rolo, mede-se o templo, e ficamos conhecendo as experiências das duas testemunhas. Culmina com o toque da sétima trombeta, que anuncia o terceiro ai para os inimigos de Deus — a entrada do Reino de Deus e do seu Cristo.
7.a VISÃO (12:1-17): Esta descreve o nascimento do Reino, que resulta em Miguel lançar a serpente, Satanás, para baixo, à Terra.
8.a VISÃO (13:1-18): A poderosa fera ascende do mar, e a fera de dois chifres, semelhante a um cordeiro, exorta a humanidade a adorá-la.
9.a VISÃO (14:1-20): Uma esplêndida previsão dos 144.000 no Monte Sião. Ouvem-se mensagens angélicas em toda a Terra, ceifa-se a videira da Terra, e pisa-se o lagar da ira de Deus.
10.a VISÃO (15:1-16:21): Outro vislumbre da corte celestial, seguido pelo derramamento das sete tigelas da ira de Deus na Terra. Esta seção também termina com uma descrição profética do fim do sistema de Satanás.
11.a VISÃO (17:1-18): A grande meretriz, Babilônia, a Grande, monta uma fera cor de escarlate, que por pouco tempo vai ao abismo, mas sai novamente e devasta a meretriz.
12.a VISÃO (18:1-19:10): Anuncia-se a queda e derradeira destruição de Babilônia, a Grande. Após a execução dela, alguns a lamentam, outros louvam a Deus; anuncia-se o casamento do Cordeiro.
13.a VISÃO (19:11-21): Jesus lidera os exércitos celestiais na execução do julgamento irado de Deus sobre o sistema de Satanás, seus exércitos e seus apoiadores; aves necrófagas banqueteiam-se dos cadáveres deles.
14.a VISÃO (20:1-10): O lançamento de Satanás, o Diabo, no abismo, o Reinado Milenar de Cristo e de seus reis associados, a prova final da humanidade, e a destruição de Satanás e seus demônios.
15.a VISÃO (20:11-21:8): A ressurreição geral e o grande Dia de Julgamento; surgem um novo céu e uma nova terra, com bênçãos eternas para os justos.
16.a VISÃO (21:9-22:5): Revelação culmina com uma gloriosa visão da Nova Jerusalém, a esposa (Igreja) de Cordeiro. A provisão de Deus para cura e vida da humanidade flui desta cidade.

AO BENÉFICIOS DO LIVRO DE APOCALIPSE 

Embora o livro de Revelação seja na maior parte simbólico, há realmente nele muito em que pensar, e excelente conselho e encorajamento nas suas declarações explícitas. Especialmente benéficas são as suas mensagens às sete congregações na Ásia Menor. Encontramos também repetidas vezes enfatizada a necessidade de perseverança e a brilhante esperança do conseqüente triunfo da justiça. (Rev. 1:9; 2:3, 19; 3:10;14:12) 

Em toda ela se fala sobre a adoração, o louvor e a honra que devem ser dados ao Criador, Deus, e ao Cordeiro, e se exorta a que sejam dados a eles. E note-se que, no que se refere aos seus simbolismos, outras partes da Bíblia vez após vez lançam luz sobre alguns deles. O uso que Daniel faz de feras, para representar poderosos impérios, ajuda a identificar as feras de Revelação como poderosas entidades políticas. — (Compare Daniel 7:2-26; 8:3-25 com Revelação 13:1-18; 17:3-17; 19:19, 20.)

De modo similar, nas Escrituras Hebraicas, um povo apóstata é chamado de prostituta. (Isa. 1:21; Eze. 23:1-49) Por isso podemos entender que Babilônia, a Grande, a mãe das meretrizes, deve ser um vasto império religioso que se prostituiu. (Apo 17:1-6; 18:1-24)

Apenas Revelação menciona o lugar onde as forças de Deus e as de Satanás se chocarão em batalha, a saber, Har-Magedon. (Apo. 16:14, 16) E somente em Revelação é que nos oferece um quadro glorioso da Nova Jerusalém, descendo do céu como noiva adornada para seu marido. (Apo. 21:2)

SE CUMPRIRÁ AS PROFECIAS DE REVELAÇÃO?

AO LER as visões descrição em Apocalipse (Revelação) , você talvez se sinta induzido a perguntar: ‘Pode algo tão maravilhoso realmente acontecer?’ João responde a esta pergunta por relatar as próximas palavras do anjo: “E ele me disse: ‘Estas palavras são fiéis e verdadeiras; sim, o Deus das expressões inspiradas dos profetas, enviou o seu anjo para mostrar aos seus escravos as coisas que têm de ocorrer em breve. E eis que eu venho depressa. Feliz é todo aquele que observa as palavras da profecia deste rolo.’” (Apocalipse 22: 6, 7) 

Todas as maravilhosas promessas de Revelação serão realmente cumpridas! O anjo, falando em nome de Jesus, declara que este vem em breve, “depressa”. Deve tratar-se da vinda de Jesus “como ladrão”, para destruir os inimigos de Deus e introduzir o grandioso e feliz clímax de Revelação, que é o Reino de Deus, as mãos de Jesus Cristo. (Revelação 16:15, 16) Portanto, devemos harmonizar nossa vida com as palavras “deste rolo”, Revelação, para ser declarados felizes naquele tempo.

João prossegue: “Ele me diz também: Quem estiver fazendo injustiça, faça ainda mais injustiça; e o imundo torne-se ainda imundo; mas o justo faça ainda mais justiça e o santo seja ainda santificado.’”  (Revelação 22:10, 11)

OBS: Estudo a Frente vamos juntos, as 16 visões do livro de APOCALIPSE individualmente. 

FONTE DE PESQUISA:
Esta matéria é um resumo simplificado do Livro “Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo.” E de outras literaturas relacionadas sobre esses assuntos.


Valter Silva
22/05/2014
Luizvalter1@hotmail.com

quinta 22 maio 2014 06:48 , em BÍBLIA - ESTUDOS E PESQUISAS


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